quarta-feira, 10 de março de 2010

O Projeto de Lei do Senado Nº 268/2002 (PLC nº 7.703-C/2006), que institui o Ato Médico, já sofreu algumas modificações ao longo de sua tramitação no Congresso Nacional, mas ainda condiciona à autorização do médico o acesso aos serviços de saúde e estabelece uma hierarquia entre a medicina e as demais profissões da área.
O Conselho Federal de Medicina - CFM afirma que a medicina precisa regulamentar o exercício de suas práticas profissionais, utilizando o argumento histórico de que há dois mil anos não existia um rol de profissões ligadas à saúde, ficando todo diagnóstico e prevenção sob controle dos médicos, num claro objetivo de retomar o controle do mercado.
Em campanha contra essa proposta e trabalhando com base no princípio da multidisciplinaridade na promoção da saúde, adotado pelo SUS - Sistema Único de Saúde, profissionais de diferentes categorias da área de saúde defendem que o CFM se volte para o campo democrático do debate e trate o assunto com uma visão menos corporativista, na tentativa de ampliar a discussão para melhorar o atendimento aos cidadãos. Os médicos podem e devem trabalhar a regulamentação de sua profissão, como forma de a sociedade reconhecer a competência específica desses profissionais, mas não em detrimento de qualquer outra profissão na área da saúde.
O texto atual do PL propõe o retorno a um modelo falido de atenção à saúde, centrado no atendimento clínico, individual, medicamentoso e hospitalocêntrico, o qual não encontra respaldo nem nos organismos internacionais de saúde nem na legislação brasileira, que se valem de um conceito ampliado de saúde e de cuidados.
A discussão envolve todos os profissionais de saúde. A luta tem de ser a favor de ações de saúde que possam tornar o atendimento mais democrático, amplo e eficaz. Os Conselhos permanecem em constante campanha contra o projeto do Ato Médico, demonstrando que o conceito de saúde é muito mais amplo do que apenas o de ausência de doença.

Votem: NÃO!
www.naoaoatomedico.org.br

Postado por: Hianna Mara

terça-feira, 9 de março de 2010

ESPONDILOARTROSE LOMBO SACRAL

A Espondilite Anquilosante é um tipo de artrite sistêmica que afeta a coluna vertebral, resultando em enrijecimento das articulações vertebrais e crises dolorosas, entre outros sintomas.
A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas é 3 vezes mais comum em homens caucasóides entre os 20 e 30 anos de idade.

PRINCIPAIS SINTOMAS DA ESPONDILITE

- Dor constante e sensação de rigidez na região lombar.
-Nos casos mais prolongados, pode levar à fusão anormal de ossos no pescoço, na coluna lombar ou na articulação do quadril.
-febre, fadiga e diminuição do apetite.
-Em casos mais raros, podem ocorrer inflamação nos olhos, problemas no coração e alterações nos pulmões.


O QUE CAUSA A ESPONDILITE

Apesar da causa do problema ser desconhecida, existem fortes evidências científicas apontando para fatores genéticos e familiais.


COMO A ESPONDILITE É DIAGNOSTICADA?

O diagnóstico baseia-se no padrão dos sintomas, nas alterações ao exame médico e em resultados de radiografias e testes laboratoriais.
Os sintomas que levantam a maior suspeita de espondilite são dor e rigidez matinal na coluna vertebral, especialmente nas regiões do pescoço e na coluna lombar.

COMO A ESPONDILITE É TRATADA?

Apesar de não existir cura para a Espondilite, alguns tratamentos podem reduzir a dor e a rigidez, mantendo uma boa postura, evitando deformidades e preservando a habilidade de realizar as tarefas habituais do dia a dia.
Os principais recursos para o tratamento incluem fisioterapia e medicamentos. Nos casos mais graves, pode ser necessário substituir a articulação deformada por próteses articulares.
Outras recomendações úteis para pessoas que sofrem de espondilite anquilosante incluem:

* Não fume e mantenha-se dentro do seu peso ideal.

* Utilize colchões firmes e travesseiros finos.

* Mantenha sempre um bom posicionamento corporal ao andar e sentar (cadeiras com braços são uma ótima escolha).

* Evite esportes de impacto que possam traumatizar a coluna cervical ou as costas. Preferir atividades físicas como natação e alongamentos.

* Durante as crises, aplique compressas quentes sobre os locais mais doloridos.

domingo, 7 de março de 2010

FISIOPATOLOGIA:

A Fisioterapia Dermato-Funcional ou Fisioterapia Dermatológica é uma área de atuação profissional do fisioterapeuta que, ao assistir indivíduos com disfunções do sistema tegumentar e linfático, possibilita o melhoramento e a restauração de desvios estéticos (aparência) e da auto-estima, em especial aos relacionados à saúde funcional com vistas à qualidade de vida dos usuários

O fisioterapeuta dispõe de meios físicos e técnicas terapêuticas como eletroterapia, técnicas manuais, cinesioterapia, rpg, cosmetologia, capazes de tratar efetivamente diversas patologias clínicas e estéticas com conhecimentos relevantes de anatomia, fisiologia, patologia. Esse conhecimento proporciona uma abordagem direcionada a forma precisa de tratamento, potencializando e assegurando resultados efetivos,sem causar riscos à saúde

Drenagem Linfática:

É uma técnica de massagem que estimula o sistema linfático a trabalhar em um ritmo mais acelerado, mobilizando a linfa até os gânglios linfáticos. Por esse processo são eliminados o excesso de líquido e as toxinas. “A drenagem linfática pode ser feita de forma manual, mecânica ou por meio de uma modalidade mais recente, a eletroestimulação”.

Como a drenagem combate a celulite?
Qualquer que seja a causa dos furinhos — má alimentação, sedentarismo, cigarro, alterações hormonais, stress —, eles começam com um processo de retenção de líquido que acarreta má oxigenação do tecido. Sem a devida nutrição, ele endurece até formar os nódulos. “A drenagem quebra esse ciclo eliminando a retenção de líquido”

E a gordura?
Quando bem feita, a drenagem diminui a retenção de líquido em áreas do corpo que estão propensas ao acúmulo de gordura, como abdômen, coxas e culote, além de ativar o metabolismo, favorecendo a queima dos estoques de gordura no corpo.


http://www.youtube.com/watch?v=iVg30F3D940


ELETROTERAPIA:


Consiste no uso de correntes elétricas dentro da terapêutica. Embora seu desenvolvimento tenha se aperfeiçoado mais apenas nas últimas décadas, já na antigüidade seu uso era empregado. Os registros mais antigos datam de 2.750 a.C., quando eram utilizados peixes elétricos para produzir choques nos doentes e assim obter analgesia local.

Os aparelhos de eletroterapia utilizam uma intensidade de corrente muito baixa, são miliamperes e microamperes.Os eletrodos são aplicados diretamente sobre a pele e o organismo será o condutor. Na eletroterapia temos que considerar parâmetros como:
resistência, intensidade, voltagem potência e condutividade.

Resistência é a dificuldade com que os elétrons percorrem um condutor. A resistência é medida em unidades chamadas Ohms e é representada pela letra R. Pode-se dizer que quanto maior for a quantidade de elementos resistivos se opondo a corrente maior será a resistência encontrada pela mesma ,visto que a resistência tem propriedade somatória. A relação existente entre os parâmetros elétricos é definida pela Lei de Ohm que simplificadamente nos diz que a corrente, num circuito elétrico, é diretamente proporcional à voltagem que é aplicada e inversamente proporcional à resistência do circuito. A Resistência gerada pela pele é chamada de impedância cutânea(Z) sendo o maior obstáculo as correntes de baixa freqüência. Essa impedância também sofre variações por fatores como :
temperatura,pilosidade,gordura,espessura da pele,suor,umidade,tipo de eletrodo. Em relação à intensidade podemos utilizar o estabelecido pela Lei de Ohm.

Os equipamentos atuais empregam diferentes tipos de correntes, onde o aparelho emite a energia eletromagnética que é então conduzida através de cabos condutores até os eletrodos que ficam aderidos à pele do paciente. Outras formas incluem a utilização de agulhas ao invés de eletrodos, sendo este emprego mais reservado ao uso para terapia estética ou para métodos diagnósticos.

Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com particularidades próprias quanto às indicações e contra-indicações. Mas todas elas tem um objetivo comum: produzir algum efeito no tecido a ser tratado, que é obtido através das reações físicas, biológicas e fisiológicas que o tecido desenvolve ao ser submetido à terapia.




Fonte: Prof. MSC Carlos Ruiz Fisioterapeuta - FCNM (1990),
Profa. Elaine Rodrigues Fisioterapeuta formada em 1989, atuante em dermato Funcional
Cinthia Ito, fisioterapeuta da Clínica Luciana Lourenço Dermatologia, em São Paulo (SP).


Postado por: Hortência Peixoto

sexta-feira, 5 de março de 2010

ESPAÇO PATOLOGIA:

PATOLOGIA
: Celulite

Este termo se refere a infecção bacteriana do tecido subcutâneo, geralmente por estafilo aureus coagulase positivo (S. aureus.), que é caracterizado por uma área eritematosa de bordos mal definidos, dolorosa, levemente edemaciada.

Ela é caracterizada principalmente pelo aparecimento de ondulações da pele, dando a esta o aspecto de casca de laranja ou de colchão. É causada por alterações no tecido gorduroso sob a pele, em conjunto com alterações na microcirculação e consequente aumento do tecido fibroso.

Mesmo que seja considerada uma doença de pouca implicação clínica, sendo que alguns médicos sequer consideram uma doença. Ainda assim a celulite traz grandes preocupações estéticas às mulheres, muitas vezes levando a constrangimentos quando são usados trajes curtos ou de banho.

O diagnóstico da celulite é dividido em graus:

  • Grau 0: Sem ondulações ou irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações, mas não covinhas ou depressões.
  • Grau 1: Sem ondulações ou irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações e também covinhas e depressões.
  • Grau 2: Ondulações, rugosidades, depressões e covas espontaneamente se fica de pé, mas não deitada.
  • Grau 3: Ondulações, rugosidades e covinhas estão presentes mesmo deitado.

Em casos graves e avançados podem aparecer nódulos e endurecimento da pele.

TRATAMENTO COM A FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL :

- Terapias com lasers;

- Radio-freqüência;

- Infravermelho;

- Acupuntura;

- Drenagem linfática.

PATOLOGIA : Estrias

Elas caracterizam-se por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina (responsáveis pela sua elasticidade e tonicidade). As estrias afetam homens, mulheres em idade adulta ou durante a adolescência, mulheres no transcorrer da gestação, e até mesmo crianças não escapam das estrias. As estrias geralmente são comuns nas mamas, quadris, coxas, culotes e nádegas.

Uma hidratação diária pode ajudar a prevenir e a amenizar as estrias, desde que os cremes contenham substâncias ativas com estas propriedades. Para conter o problema, é preciso repor substâncias que ajudam na reorganização do colágeno e elastina na pele.

O óleo extraído da planta Hippophae rhamnoides (Sea buckthorn) contém substâncias que repõem à pele componentes que auxiliam no combate às estrias, ele pode ser incorporado em cremes e loções manipuladas ao corpo com o nome de NanoVit. “Este ativo contém todas estas substâncias encapsuladas em nanopartículas, que conseguem penetrar com mais facilidade nas camadas mais profundas da pele e conferem tratamento eficaz e otimizado. Além disso, confere maciez, suavidade e melhora a elasticidade cutânea”, complementa.

TRATAMENTO COM A FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL :

- Laser, é realizado um tipo de lixamento da pele, que elimina uma boa parte da camada superficial. Ajuda reduzir as estrias e pode acabar com aquelas mais recentes.

- Ácido, é realizado com aplicação de cremes à base de ácido retinóico que aceleram a renovação celular e atua na formação de colágeno novo. O resultado só é percebido após um ano e deve ser interrompido se a pessoa for para o sol.

- Peeling, é realizado através do lixamento da pele feito com o Skin Lifting, um aparelho italiano que promove um tipo de peeling profundo, ou dermoabrasão, devido à ação abrasiva de um jato de microcristais de óxido de alumínio. Ele elimina de forma suave e uniforme as camadas superficiais da epiderme. O que leva a regeneração celular, resultando no surgimento de uma nova pele.

Postado por: Hianna Mara

quinta-feira, 4 de março de 2010

Tireóide

Os nódulos da tireóide são massas palpáveis e distinguíveis. São 4 vezes mais comuns em mulheres que em homens. Felizmente, a maioria dos nódulos mostra-se não neoplásico e localizado (tiroidites, hiperplasianodular) ou neoplásico, mas benigno.

A maior parte dos adenomas tomam o nome de foliculares, porque derivam deste
epitélio. Apesar da maioria ser não-funcional, uma pequena proporção pode causar tirotoxicose. Ou seja, há produção de hormonas em adenomas funcionais – Adenomatóxico independentemente do TSH.

A grande maioria dos carcinomas de tiróide são bem diferenciados – exceptua-se
o anaplásico – e classificam-se da seguinte forma:
Carcinoma Papilar – 75 a 85% dos casos – geralmente com mutação do RET ou
BRAF. Podem-se apresentar nas crianças. Mais frequente em mulheres jovens.
Carcinoma Folicular – 10 a 20% dos casos – metade apresenta mutação do
RAS. Mais frequente em mulheres com mais de 50 anos.
Carcinoma Medular – 5% dos casos – com origem nas células C (parafoliculares), ocorrem nas Neoplasias Endócrinas Múltiplas tipo 2 (MEN-2) e estão associados a mutações germinativas do RET.
Carcinoma Anaplásico - <5% dos casos – altamente agressivo e letal,
geralmente com mutações pontuais da p53. 100% de mortalidade. Idade de apresentação média – 65 anos.
O diagnóstico do nódulo é feito por aspiração de agulha fina, possivelmente
seguido de tireoidectomia. O iodo radioactivo também assume um papel
importante, geralmente seguido pela supressão do TSH pela administração de
tiroxina.
CASO:
Mulher de 28 anos com bócio difuso, hipertireoidismo grave e exoftalmia. A
existência de perturbações do ritmo cardíaco e a dificuldade em controlar o
hipertereoidismo determinaram a necessidade de tireoidectomia total.
Qual o diagnóstico? Doença de Graves.
Porquê? Porque se trata de uma situação de
hiperplasia e hiperfunção da tireóide sem constituição
de nódulos, com exoftalmia e bócio difuso.
Postado por: Hortência Peixoto

quarta-feira, 3 de março de 2010

Escoliose

A coluna vertebral possui curvaturas naturais como a lordose lombar, cifose torácica e a lordose cervical. As curvaturas patológicas são o exagero destas curvaturas, tais como hiperlordose e hipercifose que causam dor, cãibras, dores nas pernas (ciático), parestesia (formigamento e adormecimento de pernas e mãos), hérnias de disco, etc. A escoliose (palavra que vem do grego e significa curvatura) ocorre, muitas vezes, em conjunto com a gibosidade (corcunda) e a rotação das vértebras.
Vista por trás a coluna deve reta. A escoliose é uma deformação morfológica da coluna vertebral nos três planos do espaço: a coluna se torce, não somente para um dos lados, mas para a frente, para trás e em volta do seu próprio eixo. Essa torção de acordo com os graus é que determina a gravidade da escoliose e a forma a ser tratada. A escoliose de curva simples (escoliose em “C“) vai para à direita ou para à esquerda. Já na escoliose de curva duplaescoliose em “S”), foto ao lado, a curva é sempre identificada pela concavidade da coluna.

A doença costuma se desenvolver após os 18 anos de idade. O grau de angulação da escoliose é que vai determinar o tratamento adequado: de 0 a 10 graus ( não há necessidade de tratamento fisioterápico); de 10 a 20 graus (há necessidade de tratamento fisioterápico); de 20 a 30 graus (tratamento fisioterápico e uso de colete ortopédico ou de Milwakee); de 30 a 40 graus (uso de colete ortopédico ou Milwakee); de 40 a 50 graus (somente tratamento cirúrgico).

70% dos casos de escoliose as causas são idiopáticas, ou seja, não são conhecidas. Mas há também as causas neuromusculares que são as sequelas de doenças neurológicas como, por exemplo, poliomielite e paralisia cerebral, e as congênitas oriundas demá formação pós-traumática. De acordo com os especialistas, a escoliose é muito comum evoluir no início da adolescência, quase sempre seu sintoma não é percebido pelo jovem que não sente dor ou incômodo. na maioria dos casos, a doença começará a incomodar na idade adulta avançada.

Para a redução dessas curvaturas patológicas algumas pessoas recorrem à fisioterapia que consiste usar as técnicas de quiropraxia (alinhamento da coluna), R.P.G. Reeducação Postural Geral) e a acupuntura. O ideal é que os pais observem o surgimento da doença logo no início para evitar seu agravamento. Os indícios da escoliose são curvatura lateral, ombros desnivelados, clavícula proeminente e cintura desigual.


Postado por: Rafaela Correia de Souza

terça-feira, 2 de março de 2010

Doença de Tay-Sachs

“Esta doença é assim chamada devido a Warren Tay (1843-1927), um oftalmologista britânico que em 1881 descreveu num paciente de 1 ano de idade com atraso mental, uma mancha em forma de "cereja-vermelha" na retina dos seus olhos. E também devido a Bernard Sachs (1858-1944), um neurologista nova-iorquino cujo trabalho alguns anos mais tarde forneceram a primeira descrição das alterações celulares da doença que consistiam em distensão do citoplasma e em inchaço das dendrites, em doentes com o mesmo tipo de atraso. Sachs reconheceu ainda a natureza familiar desta doença, pela observação de numerosos casos, em que a maioria dos bebês com esta doença eram de origem judaica da Europa.”

Caracterização da doença
A doença Tay-Sachs é causada pela ausência de uma enzima vital, a hexosaminidase, e pode ser descoberta ainda na gestação, no entanto, clinicamente, a doença só se manifesta quando a criança tem alguns meses, pois apresenta-se saudável ao nascer e parece desenvolver-se normalmente até aos 4 - 6 meses de idade. Frequentemente, por volta dos 3 meses desenvolve-se uma mancha característica com forma de "cereja-vermelha" na mácula dos olhos.
Uma criança com Tay-Sachs aos 3 ou 4 anos de idade, já tem o sistema nervoso gravemente afetado. Mesmo com o melhor dos cuidados, todas as crianças com Tay-Sachs morrem cedo, normalmente até aos 5 anos de idade.
Uma forma da doença muito mais rara ocorre em pacientes entre 20 e 30 anos e é caracterizada por deterioração neurológica progressiva.

Patologia
É uma doença produzida pela alteração de lisossomos: como qualquer doença metabólica, há um bloqueio devido a uma enzima ou um catalisador necessário para a execução de reações químicas essenciais no corpo estar ausente ou funcionando mal. No caso da doença de Tay-Sachs, na ausência da enzima hexosaminidase, um lipídio GM(2) gangliosídeo aumenta anormalmente no corpo, fazendo com que as células nervosas do cérebro sejam particularmente afetadas.

Tratamento
Atualmente não há tratamento para a doença de Tay-Sachs. Medicamentos anticonvulsionantes podem controlar as convulsões inicialmente. Outros tratamentos de suporte incluem nutrição e hidratação apropriadas e técnicas para manter as vias respiratórias abertas. Crianças eventualmente precisam de tubos para alimentação.