DEFINIÇÃO:
A Carboxiterapia é o termo conhecido na terapêutica subcutânea(hipodérmica) do Anidro Carbônico - CO2 – Gás Carbônico. Deve-se sempre ser realizado por médicos treinados. O que é a Carboxiterapia ?A Carboxiterapia é o termo conhecido na terapêutica subcutânea(hipodérmica) do Anidro Carbônico - CO2 – Gás Carbônico. Deve-se sempre ser realizado por médicos treinados.
INDICAÇÃO:
É a moderna técnica na qual o gás carbônico é injetado no tecido subcutâneo utilizando-se uma agulha muito fina, melhorando a circulação e oxigenação dos tecidos, promovendo o combate da celulite, gordura localizada e flacidez.
Uma vez que a carboxiterapia também estimularia a formação de colágeno e novas fibras elásticas, ela também pode ser indicada para o tratamento de estrias, olheiras, e rejuvenescimento facial e corporal.
Além da dermatologia e medicina estética, outras especialidades médicas também se beneficiam da carboxiterpia, como: angiologia, urologia, reumatologia, etc.
FUNCIONAMENTO:
O gás carbônico é normalmente encontrado em no nosso organismo. Em situações de repouso nosso corpo produz cerca de 200 ml/min do mesmo, aumentando em até 10 vezes frente a esforços físicos intensos. Durante o tratamento, nosso médico(a) especializado(a)na carboxiterapia irá controlar a infusão do fluxo e o volume total injetados dentre estes parâmetros, utilizando-se fluxos entre 20 e 100 ml/min e volume totais administrados entre 600 ml e 1 litro.
A ação farmacológica do anidro carbônico sobre o tecido está muito bem estudada. Promovendo a vasodilatação local, com conseqüente aumento do fluxo vascular e da pressão parcial de oxigênio (pO2), há redução da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio, resultando em maior quantidade deste disponível para o tecido, melhorando a micro-circulação, a oxigenação dos tecidos (potencialização do efeito Bohr), ajudando a dissolver os nódulos de celulite e a ruptura das células de gordura.
Postado por: Hortência Peixoto
sábado, 5 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
AURICULOTEPERAPIA

CONCEITO:
A Auriculoterapia é um método terapêutico que utiliza a orelha para avaliação e tratamento das disfunções orgânicas e emocionais, bem como de dores em geral.
INDICAÇAO:
Cada organismo reage de uma forma ao estimulo, cada pessoa é um universo único. O principal objetivo deste tratamento é promover o equilíbrio do paciente, e assim o seu bem estar.
A terapia visa estimular os pontos reflexos que tenham a propriedade de restabelecer o equilíbrio alcançando resultados terapêuticos.
Paralelamente aos tratamentos médicos tradicionais (alopáticos) podemos recorrer ao tratamento diferenciado de Auriculoterapia, para diversos distúrbios, como por exemplo:
> DIABETES
> DISTÚRBIOS ENDÓCRINOS
> LABIRINTITE
> TENDINITE
> STRESS
> OBESIDADE
> TPM
Postado por: Hortência Peixoto
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Trombose Venosa
Trombo é uma massa semi-sólida, formada a partir dos componentes do sangue circulante no interior do coração ou dos vasos sangüíneos. Coágulo é o sangue que coagulou. Trombose venosa profunda é um trombo que se formou nas veias situadas abaixo das fáscias profundas da perna. O trombo dentro das veias pélvicas ou abdominais que transportam o sangue das pernas também costuma ser classificado como "trombose venosa profunda".
- Funcionamento coordenado com controle recíproco : Atividade cardíaca, volemia, osmolaridade do plasma e tônus da parede arteriolar.Maior exigência de determinado tecido pode aumentar o fluxo de sangue para essa região porque fatores locais produzem vasodilatação arteriolar.
- Condições Básicas de Funcionamento : Fluidez do sangue:equilíbrio entre fatores de coagulação e seus inibidores.Capacidade de coagulação: impedir extravasamentos por rupturas vasculares.Integridade anatômica e funcional da microcirculação: Rítmo Pendular.
- Regulação da Microcirculação : Inervação das arteríolas:fibras contrictoras (numerosas) e vasodilatadoras.Mediadores Químicos: Adrenalina, Vasopressina, Angiotensina II.Ação parácrina: Óxido nítrico, Endotelina 1,Cininas, Histamina, PG’s, LT’s.Metabólitos:ADP, AMP, Íons de H+.
Hemostasia
Ø Conceito
- Fenômeno fisiológico, dinâmico que matem o sangue fluído no interior dos vasos e impede a sua saída para os tecidos vizinhos.
- Equilíbrio depende de vários fatores:
* Vasculares
* Plaquetários
* Coagulantes e anticoagulantes
* Fibrinolíticos
* Pressão e velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos
Ø Mecanismos da Hemostasia
- Hemostasia primária
- Hemostasia Secundária
Ø Hemostasia Primária
- Depende somente dos vasos e das plaquetas
- Lesão vascular – Exposição do sub-endotélio
- Ativação plaquetária - ADESÃO E AGREGAÇÃO
* Liberação de cálcio, serotonina, enzimas, proteolíticas, ADP, fosfolipase, prostaciclinas, tromboxane A2 (derivado do ácido araquidônico), FrW, fibrinogênio.
Ø Hemostasia Secundaria
- via intrínseca
- via extrínseca
- via comum
Ø Via extrínseca
-Fator VII (plamático) + FT (tromboplastina) – ativam diretamente o fator X
- Mecanismo rápido – menores quantidade de trombina
- Agem sobre os fatores V e VIII – acelera a via intrínseca
Ø Via Intrínseca
- Ativação por contato com superfícies carregadas negativamente
- Componentes do plasma: pré-calicreína e cininogênio de alto peso molecular
- Inicia-se pela ativação do Fator XII- via comum- produção de trmbina e fibrina.
Ø Conceito
- Fenômeno fisiológico, dinâmico que matem o sangue fluído no interior dos vasos e impede a sua saída para os tecidos vizinhos.
- Equilíbrio depende de vários fatores:
* Vasculares
* Plaquetários
* Coagulantes e anticoagulantes
* Fibrinolíticos
* Pressão e velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos
Ø Mecanismos da Hemostasia
- Hemostasia primária
- Hemostasia Secundária
Ø Hemostasia Primária
- Depende somente dos vasos e das plaquetas
- Lesão vascular – Exposição do sub-endotélio
- Ativação plaquetária - ADESÃO E AGREGAÇÃO
* Liberação de cálcio, serotonina, enzimas, proteolíticas, ADP, fosfolipase, prostaciclinas, tromboxane A2 (derivado do ácido araquidônico), FrW, fibrinogênio.
Ø Hemostasia Secundaria
- via intrínseca
- via extrínseca
- via comum
Ø Via extrínseca
-Fator VII (plamático) + FT (tromboplastina) – ativam diretamente o fator X
- Mecanismo rápido – menores quantidade de trombina
- Agem sobre os fatores V e VIII – acelera a via intrínseca
Ø Via Intrínseca
- Ativação por contato com superfícies carregadas negativamente
- Componentes do plasma: pré-calicreína e cininogênio de alto peso molecular
- Inicia-se pela ativação do Fator XII- via comum- produção de trmbina e fibrina.
Hemostasia
Ø Conceito
- Fenômeno fisiológico, dinâmico que matem o sangue fluído no interior dos vasos e impede a sua saída para os tecidos vizinhos.
- Equilíbrio depende de vários fatores:
* Vasculares
* Plaquetários
* Coagulantes e anticoagulantes
* Fibrinolíticos
* Pressão e velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos
Ø Mecanismos da Hemostasia
- Hemostasia primária
- Hemostasia Secundária
Ø Hemostasia Primária
- Depende somente dos vasos e das plaquetas
- Lesão vascular – Exposição do sub-endotélio
- Ativação plaquetária - ADESÃO E AGREGAÇÃO
* Liberação de cálcio, serotonina, enzimas, proteolíticas, ADP, fosfolipase, prostaciclinas, tromboxane A2 (derivado do ácido araquidônico), FrW, fibrinogênio.
Ø Hemostasia Secundaria
- via intrínseca
- via extrínseca
- via comum
Ø Via extrínseca
-Fator VII (plamático) + FT (tromboplastina) – ativam diretamente o fator X
- Mecanismo rápido – menores quantidade de trombina
- Agem sobre os fatores V e VIII – acelera a via intrínseca
Ø Via Intrínseca
- Ativação por contato com superfícies carregadas negativamente
- Componentes do plasma: pré-calicreína e cininogênio de alto peso molecular
- Inicia-se pela ativação do Fator XII- via comum- produção de trmbina e fibrina.
Ø Conceito
- Fenômeno fisiológico, dinâmico que matem o sangue fluído no interior dos vasos e impede a sua saída para os tecidos vizinhos.
- Equilíbrio depende de vários fatores:
* Vasculares
* Plaquetários
* Coagulantes e anticoagulantes
* Fibrinolíticos
* Pressão e velocidade do fluxo sanguíneo nos vasos
Ø Mecanismos da Hemostasia
- Hemostasia primária
- Hemostasia Secundária
Ø Hemostasia Primária
- Depende somente dos vasos e das plaquetas
- Lesão vascular – Exposição do sub-endotélio
- Ativação plaquetária - ADESÃO E AGREGAÇÃO
* Liberação de cálcio, serotonina, enzimas, proteolíticas, ADP, fosfolipase, prostaciclinas, tromboxane A2 (derivado do ácido araquidônico), FrW, fibrinogênio.
Ø Hemostasia Secundaria
- via intrínseca
- via extrínseca
- via comum
Ø Via extrínseca
-Fator VII (plamático) + FT (tromboplastina) – ativam diretamente o fator X
- Mecanismo rápido – menores quantidade de trombina
- Agem sobre os fatores V e VIII – acelera a via intrínseca
Ø Via Intrínseca
- Ativação por contato com superfícies carregadas negativamente
- Componentes do plasma: pré-calicreína e cininogênio de alto peso molecular
- Inicia-se pela ativação do Fator XII- via comum- produção de trmbina e fibrina.
Cicatrização de Feridas

Os processos de cicatrização tecidual, essenciais para a sobrevivência dos seres vivos, de um modo geral, são fenômenos que podem ser divididos didaticamente em quatro fases: 1- uma fase
de Coagulação, de início imediato logo após o trauma, caracterizada pela formação de um tampão hemostático primário, formado por plaquetas, ativação dos fatores da coagulação e liberação de mediadores químicos solúveis, responsáveis pelo desencadeamento dos estágios subseqüentes; 2- uma fase inflamatória, responsável por alterações vasculares e influxo de células inflamatórias (polimorfonucleares, macrófago e linfócito) para o sítio da lesão; 3- uma fase de proliferação, caracterizada pela proliferação de células endoteliais de pequenos vasos sanguíneos (angiogênese), fibroblastos e produção de matriz colágeno, responsáveis pela formação do tecido de granulação, e início da proliferação de células epiteliais das camadas basais; e 4- uma fase reparadora, responsável pela remodelagem tecidual, com a substituição do tecido de granulação por tecido conjuntivo denso, e a recomposição celular da epiderme.
As etapas da cicatrização, porém, só se tornam completas depois que tenha sido devidamente controlada a resposta inflamatória, e removidos os detritos necróticos de maneira suficiente para permitir o crescimento do tecido de granulação.
O processo de cicatrização tecidual é um fenômeno complexo, que envolve várias etapas, inicialmente caracterizado por processos de inflamação, seguida de estágio de fibroplasia, com a formação do tecido de granulação e por fim pela remodelagem tecidual e formação de cicatriz tecidual, que é caracterizado pela substituição do tecido lesionado por tecido conjuntivo denso vascularizado e reepitelização da área lesada.
Assim, a utilização da papaína é indicada em todas as fases do processo de cicatrização de feridas sempre que o organismo não consegue eliminar estes interferentes teciduais.
Mais de 10% dos pais sofrem de depressão pós-parto

As mães não são as únicas que sofrem de depressão pré ou pós-parto: no total, 10,4% dos pais têm o mesmo problema, praticamente o dobro do que é registrado na população de homens em geral, afirma um estudo americano publicado nesta terça-feira (18) pela revista científica Journal of the American Medical Association. Nos Estados Unidos, esse índice é maior, chegando a 14%.
Os pesquisadores descobriram que, se a mãe apresenta sintomas de depressão pós-parto, o homem também apresenta comportamento parecido, o que coloca a criança em risco de desenvolver problemas emocionais, de comportamento e desenvolvimento mais tarde.
Entre os pais, a depressão alcança seu pico no período entre três e seis meses após o nascimento do bebê, quando 25,6% deles sofrem um episódio depressivo, diz a pesquisa, realizada por James Paulson, da Eastern Virginia Medical School (EUA).
Apesar disso, as mães apresentam o dobro de risco (24%) de apresentar o problema. Na fase em que o bebê tem entre três e seis meses, o índice chega a 42%. O estudo analisou os dados de pesquisas feitas com 28 mil voluntários.
Shona Vas, professora do Centro Médico da Universidade de Chicago, diz que o estudo coloca em pauta um assunto importante e que nem sempre recebe a atenção que merece.
– Por mais que o nascimento de uma criança seja motivo de alegria, é um momento de transições importantes e também de estresse. E é uma mudança que vem com impacto significativo no nosso dia a dia, afetando o sono, cuidados consigo mesmo, exercícios físicos e outros fatores.
Os sintomas da depressão pós-parto masculina, segundo os especialistas, incluem tristeza, perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas, fadiga, problemas de sono, queda do apetite, sentimento de falta de esperança e irritabilidade. O problema é que esses fatores muitas vezes são mascarados em razão de as pessoas pensarem que isso está acontecendo pela vinda do bebê. Para Vas, é preciso que os pais se preparem com antecedência para isso e conversem com um médico caso sintam alguns desses sintomas.
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